sábado, 4 de abril de 2015

5 dicas para organizar o negócio e aumentar a produtividade


São Paulo - Uma casa desorganizada não funciona corretamente.
Isso vale como lição administrativa para as empresas, pois se não investem em uma boa estrutura organizacional, terão muita dificuldade em controlar níveis de demanda, em contratar funcionários no momento certo, em ter um planos de carreira que satisfaçam os colaboradores ou a escolher bons líderes.
Resumindo: a produtividade fica comprometida sem um organograma funcional. E isso é não é uma notícia boa para empreendedores.

Mas o que afinal é uma estrutura organizacional? É a forma como o gestor vai alocar as pessoas dentro da empresa de modo que todo o potencial delas seja aproveitado.
É a divisão de cargos, de setores e de tarefas, em diferentes níveis hierárquicos. Tudo isso deve ser pensado levando em conta o estilo da empresa, o ramo de atuação e os objetivos do empreendedor.
Estruturas organizacionais diferentes acabam influenciando na cultura organizacional como um todo.

Confira aqui 5 dicas para ter uma estrutura organizacional de primeira:
1. Estude a amplitude administrativa do seu negócio
Parece complicado? Nem tanto. O que estamos falando aqui, e que pode ser o seu primeiro passo, é simplesmente identificar como será a hierarquia de cargos na sua empresa.

E essa escolha não é apenas uma opção, depende de qual ramo de negócio você está inserido. As estruturas organizacionais são duas: horizontal ou vertical.

Empresas que lidam com a criatividade como cerne do negócio tendem a ter uma estrutura hierárquica horizontal.
Afinal, geralmente optam por um ambiente de trabalho mais colaborativo e a participação pró-ativa e espontânea dos funcionários é sempre bem-vinda.
As tarefas não são repetitivas, podem mudar de uma hora para hora. O lado mais positivo é que há um sentimento geral de participação e isso tende a motivar bastante os funcionários.
Nas empresas verticais, a diretoria fica lá em cima, distanciada e com poder centralizado.
A estrutura é mais engessada, mas isso não quer dizer que isso seja totalmente negativo.
Nesse tipo de empresa, os funcionários são treinados e preparados, fazem atividades baseadas em trabalhos previsíveis, que não mudam tanto do dia para a noite.
Eles também contam com regras e procedimentos que devem ser respeitados. Muita gente prefere trabalhar nesse tipo de empresa e se sente melhor e mais seguro em ambientes mais conservadores.
Esse é o caso da sua empresa? Se for, então a estrutura provavelmente será vertical.
Fonte: http://exame.abril.com.br/

segunda-feira, 9 de março de 2015

9 características que definem se você nasceu para empreender


Muitos empresários têm dificuldade em explicar aos amigos e parentes mais próximos a razão de ter escolhido o empreendedorismo.  Ser um empreendedor é difícil, pois além de todas as suas características pessoais interferirem na profissão, todo o seu dinheiro é investido na criação do negócio. O pior: não tem garantia nenhuma de sucesso.

Jeff Haden, colunista do site Inc.com, listou nove características que indicam que você nasceu para ser empreendedor. Da próxima vez que questionarem a sua profissão, use dos motivos abaixo para se justificar.

1. Você odeia a ideia de fazer o que não gosta: 

É comum encontrar pessoas exercendo profissões que não gostariam de seguir. Muitas vezes, por não saberem com o que trabalhar, essas pessoas acabam optando por carreiras que jamais teriam escolhido se tivessem pensado com calma no que têm vontade de fazer.

Para um empreendedor, a ideia de trabalhar com o que não gosta é praticamente inexistente: eles sabem o que querem e vão atrás do seu objetivo. Caso tenham que mudar de profissão para ser feliz, eles não têm medo de arriscar.

2. Empreendedores acreditam em vocação:

Para um empreendedor, qualquer pessoa pode ter uma carreira bem-sucedida, desde que estude e se dedique à profissão que escolheu. Porém, empresários acreditam que para ser dono do próprio negocio ter vocação é fundamental. Para eles, empresários sentem que nasceram para seguir a profissão.
 
3. Você abraça a sua própria definição de sucesso:

Para muitas pessoas, ter sucesso é ter dinheiro, status e poder. Para você, sucesso é fazer exatamente aquilo que gosta e viver a vida da maneira que te faz feliz.

4. Você não tem medo de sonhar:

Empreendedores não têm medo de sonhar, de falhar e nem de não ter sucesso. Para eles, tudo o que acontece na vida é um aprendizado e uma chance para acertar.

5. Você não se importa com o que pensam de você:

Antes de decidir ser empreendedor, você ouvia a opinião dos outros e gostava de provar que eles estavam errados quando diziam que você não era bom o suficiente para ser dono do próprio negócio. Porém, um dia você percebeu que não precisava provar nada para ninguém e passou a ter atitudes que importavam apenas para você.

6. Você quer decidir o que é melhor para o seu negócio e quer que seu salário venha a custo dos seus talentos:

Trabalhar para os outros é deixar com que eles decidam o que você tem e o que não que fazer para a empresa. E você detesta isso. Trabalhar para si mesmo e decidir, por meio do seu esforço, perseverança e criatividade o que você pode fazer para que o seu negócio dê certo. Assim, seu salário vem como consequência do seu esforço e você se sente reconhecido.

7. Empresários são autoconfiantes:

Empreendedores nunca acham que são incapazes de fazer alguma tarefa. Para eles, se uma pessoa foi bem-sucedida em um trabalho, todos podem ser. 

8. Você quer ser lembrado pela pessoa que é e pelo sentimento que transmite a quem está ao seu redor:

Além de ser lembrado como uma pessoa que fez coisas boas na vida, para você o mais importante é ser lembrado pelos sentimentos que transmite às pessoas que estão ao seu redor.  Ser bem quisto e trazer bons resultados para a empresa são qualidades que andam lado a lado.

9. Você não conhece nenhuma outra maneira de viver a vida sem ser empreendendo:

Para você, ser dono do próprio negocio sempre foi um objetivo de vida. Como você nunca se viu seguindo outra profissão, não tem porque deixar tudo para trás e fazer uma carreira apenas porque os outros gostariam que você fizesse. Ser empreendedor, é seguir o seu instinto.


Fonte:http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/Gestao-de-Pessoas/noticia/2014/10/9-caracteristicas-que-definem-se-voce-nasceu-para-empreender.html

segunda-feira, 2 de março de 2015

Globalização


 Uma das mudanças mais importantes no ambiente externo é a globalização dos negócios, com efeitos diretos e indiretos sobre o ambiente. Os administradores devem estar conscientes de que suas empresas podem ter stakeholders internos e externos em outros países. A globalização dos negócios também afeta o ambiente de ação indireta, assim, os administradores devem, também, estar cônscios das variáveis sociais, econômicas, políticas e tecnológicas em cada país em que desejam negociar ou esperar competir. 
O ambiente como um todo pode ser visto como fonte de informação e estoque de recursos. Dependendo da abordagem em que faça ao seu ambiente, uma organização enfrenta um desses dois problemas teóricos: a incerteza causada pela falta de informação e a dependência de outros para obtenção de recursos vitais. Para M.T. Hannan e J.H. Freeman, existem seis fatores ambientais que podem afetar o nível de incerteza e dependência em uma organização.

Para eles, o ambiente é mais incerto e mais difícil de ser compreendido quando: é mais diferenciado; está mudando; há numerosas interconexões entre seus vários elementos; os recursos necessários não são amplamente disponíveis; esses recursos não são distribuídos de modo uniforme; e o aumento da conectividade perturba elementos do ambiente e as ligações entre eles. Outros teóricos ainda desenvolveram modelos estratégicos do meio ambiente para tentar explicar as relações entre as organizações e o meio ambiente através da Seleção Natural, onde é baseado em teorias biológicas de ecologia populacional, e adota a ênfase que elas dão a competição pelos recursos e através da Dependência de Recursos, onde presume que as organizações dependem do ambiente para a obtenção de recursos e sua estratégia de organização irá variar de acordo com a importância relativa de cada uma de suas dependências.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

O home office é mesmo o vilão da produtividade?

Distrações e armadilhas não faltam para quem trabalha de casa. Pelo menos isso é o que está no imaginário de muitos profissionais - sobretudo dos chefes.
Mas será que produtividade de fato não combina com o ambiente doméstico?
Na contramão dos lugares-comuns sobre o home office, um novo estudo “Global Evolving Worforce”, da Dell e da Intel, mostrou que 54% dos brasileiros sentem que o trabalho remoto rende mais. Os que discordam dessa afirmação são apenas 14%.
A mesma pesquisa, cuja versão global ouviu 5 mil profissionais em 12 países, também mostra que os brasileiros associam home office à qualidade de vida: 49% sentem menos estresse e 33% dormem mais quando não precisam ir ao escritório.
Para Eline Kullock, presidente do Grupo Foco, o bem estar trazido pelo trabalho remoto é justamente o que explica o aumento da produtividade. “O principal benefício é não precisar enfrentar o trânsito, que está cada vez pior em cidades de todos os tamanhos”, diz ela.
Cleo Carneiro, diretor da Sobratt (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades), afirma que o ambiente doméstico pode trazer mais calma e tranquilidade do que o escritório.
“É preciso que as outras pessoas da casa façam silêncio e lembrem que você está trabalhando”, afirma ele. “Se isso for respeitado, funciona muito bem”.
Outro modelo mental
A associação entre home office e produtividade, no entanto, passa ao largo da percepção dos empregadores. No Brasil, somente 36% das empresas adotam a modalidade, segundo um recente estudo da SAP.

“Na maioria dos casos, isso é visto como recompensa para o funcionário, uma ‘concessão’ do chefe”, diz Kullock. Na prática, são poucas as empresas que veem o home office como meio para reduzir custos e aumentar a produtividade da equipe.
Hoje, a regra é associar eficiência com presença física no escritório - e isso não é exclusividade de empresas tradicionais ou retrógradas.
Em 2012, Marissa Mayer, engenheira do Vale do Silício que fez carreira no Google, fez barulho ao anunciar que estava proibido o home office no Yahoo!, empresa da qual é CEO. “Velocidade e qualidade são muitas vezes sacrificadas quando se trabalha de casa” , disse ela na ocasião.
Das “quadradas” às moderninhas, a maioria das empresas ainda sofre com a falta de experiência com a modalidade.
“É preciso criar um outro  modelo mental, começar do zero, é como se dissessem para jogarmos fora todos os livros de gestão”, afirma Kullock. “Realmente é muito mais difícil gerir e motivar pessoas à distância do que presencialmente”.
Uma geração isolada?
Apesar das dificuldades, a alternativa parece ter futuro. Segundo um estudo geracional global da PwC, de 2013, 64% da geração Y trabalharia de casa, se tivesse a opção.

Kullock diz que a adesão ao home office tende a aumentar, por três motivos: o trânsito dramático nas cidades, a pressão por redução de custos nas empresas e o desenvolvimento de tecnologias de comunicação cada vez mais avançadas.
Isso não quer dizer, contudo, que o futuro do trabalho será o isolamento absoluto. "A presença física é e deverá continuar sendo importante", diz a especialista. Não por acaso, o modelo de home office que mais ganha espaço é o parcial, isto é, que divide o expediente entre a casa e o escritório.
Os números do estudo “Global Evolving Worforce” corroboram essa tendência: entre os brasileiros que têm permissão para trabalhar remotamente, 70% passam 75% do tempo na empresa.
Segundo Carneiro, a convivência com colegas e chefes, ainda que eventual, é indispensável. “Nada substitui o contato humano, o olho no olho”, afirma ele. “Sem isso, você perde muito da sua criatividade e capacidade de trabalhar em equipe”.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

5 Mitos sobre o bom vendedor

Bater metas, vender muito e fechar um negócio com um cliente difícil. O que, afinal, torna um vendedor bom? “O bom vendedor faz perguntas certas e encontra boas oportunidades”, afirma Carlos Cruz, diretor do IBVendas.
As vendas são indispensáveis para o sucesso de um negócio. E, para um empreendedor o desafio está em treinar a sua equipe de vendas e também desenvolver algumas habilidades para facilitar a conversa com clientes, fornecedores e investidores, no caso de startups.
Marcelo Ortega, palestrante de vendas e consultor empresarial, afirma que os vendedores que se destacam são aqueles que conseguem lidar bem com objeções durante a negociação de uma venda. Para isso, é preciso se capacitar e dominar técnicas.
André Ortiz, especialista em vendas e diretor da Oficina do Sucesso, completa que um bom vendedor é o que não “empurra” qualquer produto para fechar uma negociação. Veja abaixo, alguns mitos sobre bons vendedores:
1. Bom vendedor é aquele fala muito 
Falar bem é uma habilidade essencial para um bom vendedor, mas o que importante durante a venda de um produto ou serviço é questionar o outro lado. “É preciso criatividade para buscar alternativas e ter um repertório variado, para falar com um empresário ou com uma dona de casa”, explica Cruz.
Para Ortega, aquele vendedor que dispara a falar e normalmente erra o que o cliente deseja está ultrapassado. 
2. Bom vendedor é o que dá desconto
Para fechar uma venda, é comum que os vendedores recorram a descontos ou brindes. “O bom vendedor cria um valor agregado para o que está vendendo”, afirma Ortiz.
O desconto não deve ser uma solução recorrente. Para Ortega, o ideal é que o profissional pesquise alternativas que estejam ao seu alcance para fechar o negócio.  
3. Um bom vendedor vende qualquer coisa, para qualquer um
Um profissional de vendas sabe que é preciso criar estratégias para atingir o público. “Em alguns casos, é preciso conhecer muito bem sobre o mercado. Vender revista é diferente de vender uma turbina, precisa pesquisar bem e dominar o assunto”, afirma Cruz. 
Além disso, o especialista diz que há vendas que envolvem mais de uma pessoa na negociação, o que pode dificultar ainda mais a negociação. “Não é só oferecer que a pessoa vai comprar”, diz. 
4. O bom vendedor nasce vendedor
Autoconfiança, persistência, paciência e entusiasmo são algumas habilidades e características que favorecem a atuação de um profissional na área de vendas. “Mas, todo mundo pode desenvolver e se tornar um bom vendedor”, afirma Cruz. 
Para Ortiz, mesmo para aqueles que têm um talento é importante se capacitar com técnicas e cursos. 
5. O bom vendedor é o que bate recorde de vendas
Vender muito não significa que o profissional seja um fenômeno de vendas. “Vender volume é uma coisa e outra é vender com resultado e não ter problema no pós-venda”, conta Cruz.
Depende da estratégia da empresa e da marca, mas o objetivo principal deveria ser solucionar o problema do cliente, segundo o especialista.
Fonte: Camila Lam, de EXAME.com

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Voce sabe o que é Relações Públicas


Relações Públicas

Definição: Relações Públicas é uma função administrativa que avalia as atitudes públicas, identifica as diretrizes e a conduta individual ou da organização na busca do interesse público, e planeja e executa um programa de ação para conquistar a compreensão e a aceitação públicas.
James E. Grunig

Atividade-fim de Relações Públicas é planejar, implantar e desenvolver o processo total da comunicação institucional da organização como recurso estratégico de sua interação com seus diferentes públicos e ordenar
todos os seus relacionamentos com esses públicos, para gerar um conceito favorável sobra a organização, capaz de despertar no público credibilidade, boa vontade para com ela, suas atividades e seus
produtos.

Enquanto marketing prende-se estreitamente ao produto e a sua promoção, tendo por foco a marca, Relações Públicas concentra-se na identidade da organização e na sua filosofia comportamental, tendo por foco sua imagem
projetada na opinião pública.

O profissional de Relações Públicas, pela lei brasileira, precisa ser formado em curso superior, ter registro no Conselho da categoria e pode exercer sua atividade como profissional liberal, assalariado ou de magistério nas entidades de direito público ou privado, tendo por fim o estudo ou aplicação de técnicas de política social destinada à intercomunicação de indivíduos, instituições ou coletividades.

As funções de Relações Públicas estão expressas no decreto n.º 63.283, de 26/9/1968, que regulamentou a profissão. Consideram-se atividades específicas de Relações Públicas as que dizem respeito:
a) à orientação de dirigentes de instituições públicas ou privadas na
formulação de políticas de Relações Públicas;
b) à promoção de maior integração da instituição na comunidade;
c) à informação e a orientação da opinião pública sobre os objetivos
elevados de uma instituição;
d) ao assessoramento na solução de problemas institucionais que influem
na posição da entidade perante a opinião pública.
e) ao planejamento e execução de campanhas de opinião pública;
f) à consultoria externa de Relações Públicas junto a dirigentes de
instituições;
g) ao ensino de disciplinas específicas ou de técnicas de Relações
Públicas.


Função estratégica: Relações Públicas exerce uma função estratégica importante nas organizações modernas ao planejar e executar sua comunicação e seus relacionamentos com os mais diversos públicos. Daí a necessidade que tem as organizações de oferecer ao profissional de Relações Públicas condições adequadas para ser bem sucedido na sua função em benefício da própria organização.

Dica Literária

John C. Maxwell, o maior treinador de líderes da atualidade, passou a última década elaborando esta obra. 'O livro de ouro da liderança' descreve uma jornada que começou em 1964, quando ele tinha 17 anos. As lições passadas por Maxwell em 'O livro de ouro da liderança' são fundamentadas em suas experiências pessoais, ao longo se toda a sua vida como líder. Seus conselhos são importantes na escalada em busca da liderança.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

130 ideias de negócios para montar em casa

Quer trabalhar em home office mas não sabe por onde começar?
Neste e-book você encontra 130 ideias de negócios que podem ser montados em sua casa, reduzindo custos e oferecendo todas as vantagens de trabalhar home office. Lembrando: pense nos seus pontos fortes e experiência prévia ao escolher o novo negócio. E alguns negócios exigem diploma ou alvará para funcionamento.
Capa EB 130 ideias
E-book 130 ideias de negócios para montar em casa: renda extra, sem patrão, trabalhando em home office e fazendo o que gosta. De Marina e André Brik

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Feira do Empreendedor 2015
















OBJETIVOS DA FEIRA:

• Estimular o surgimento de novos empreendimentos;
• Estimular a ampliação e diversificação de negócios já estabelecidos
• Difundir o empreendedorismo
• Orientar os empresários sobre assuntos de gestão empresarial
• Expor soluções e inovações visando sustentabilidade e competitividade da micro e pequena empresa
• Reunir expositores ampliando sua penetração no mercado
• Ser um agente promotor do desenvolvimento no Estado de São Paulo.

Informações: 
http://feiradoempreendedor.sebraesp.com.br/